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Cocó
In Revista Expresso, 6/7/2002 Fotografia
de Sérgio Granadeiro Emanuel
Carvalho Do alto do seu metro e noventa, o rapaz precoce sempre o melhor da turma, sempre muito responsável, sempre com um livro na mão e amigos mais velhos cumpre agora um dos seus sonhos: tirar o curso no estrangeiro. A St Georges Medical School, em Londres, espera-o, a 1 de Outubro. Entrou com média de vinte. Há onze anos que nenhum português ali era aceite para o curso de Medicina. Mas, para quem admite que sempre gostou de optar «pelo caminho mais difícil», a façanha não é de estranhar. Nunca fez testes de QI, nunca se considerou um sobredotado. A neurocirurgia é a especialização mais provável. Portugal aguarda pelo regresso." O texto transcrito acima foi publicado pela Revista do semanário Expresso do dia 6 de Julho deste ano, numa secção que habitualmente dá a conhecer cidadãos portugueses que se destacaram nas respectivas áreas, no entender dos jornalistas responsáveis, e que, por tal, merecem a admiração geral por terem contribuído de modo significativo para a evolução do país. Se algum dos leitores souber explicar por que raio o senhor Emanuel Carvalho merece tal distinção, queiram elucidar-nos. Este apelo é especialmente dirigido à autora do pequeno texto que transcrevemos. NOTA: Saber dizer "olá" numa língua não quer dizer que se fale essa mesma língua. Já agora, o esperanto, talvez por ser uma língua "artificial" e ter sido criada precisamente com esse objectivo, é uma língua muito simples de aprender e falar. Qualquer pessoa interessada e com uma capacidade intelectual mediana adquire fluência no esperanto em cerca quinze dias. PS: E continua... |